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TyN Magazine desde Futurecom, San Pablo. A hiperconectividade e a transformação digital vão exigir muito esforço dos prestadores de serviços e dos desenvolvedores para atender a demanda por acesso, tráfego de dados e aplicações. No principal painel de hoje no Futurecom 2018 – maior e mais importante evento de tecnologia e telecomunicações da América Latina – intitulado “A incontornável mudança na busca por fazer melhor”, os presidentes da TIM, Nokia, Ericsson, Claro, Dell, Oi, NEC, Huawei, Vivo e diretores da Accenture discutiram como as empresas reagem à velocidade da evolução tecnológica.

Soluções para tornar as empresas eficientes e competitivas já são apresentadas no Futurecom 2018 como, por exemplo, a chegada da quinta geração da telefonia móvel, que será fundamental para impulsionar ainda mais tecnologias inovadoras como blockchain, inteligência artificial, machine learning, IoT e realidade aumentada. A NEC apresenta o NeoFace Express. Trata-se da tecnologia de identificação facial que possui a mesma eficiência do já conhecido localmente NeoFace Watch, com a vantagem de ter o formato compacto. Por ser portátil, pode ser utilizado em uma infinidade de situações, sendo ideal para aplicação em infraestruturas críticas e em áreas de embarque de aeroportos, por exemplo. Outro lançamento relacionado à Segurança Pública que a NEC traz ao Brasil é o sistema Super Resolution. Totalmente adaptada aos padrões brasileiros, a tecnologia japonesa consegue, por meio do emprego de Analytics, identificar as letras e números de placas de carros que, muitas vezes, aparecem ilegíveis nas imagens captadas nas ruas pelas câmeras de CFTV, que são de baixa resolução.

As operadoras de telecomunicações confirmam sua presença no segmento de prestação de serviços corporativos. A Embratel traz sua solução SD-WAN Embratel (Rede Definida por Software), nova tecnologia para formação de rede privada, que permite também composição híbrida por meio da integração de acessos à Internet com redes MPLS tradicionais. A nova solução permite que empresas de todos os tamanhos e segmentos de atuação usem uma rede corporativa baseada na nuvem para troca de informações entre os escritórios localizados em diferentes regiões do País.

Esse movimento aponta como a tecnologia nos aproxima de uma forte interação entre os mundos real e virtual. Por isso, relatórios da Digi-Capital, da ABI Research e da Markets and Markets projetam um volume que pode chegar a US$ 83 bilhões em negócios globalmente até 2021.

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